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Dr Sergio Spalter

Em caso de quedas e batidas na cabeça, fiquem atentos a algumas coisas: se a criança desmaiar ou apresentar uma alteração importante no comportamento ela deverá ser levada ao hospital. Isso costuma ser raro, e o mais frequente é a criança ficar assustada (pois os pais ficam bastante) e chorar, e eventualmente vomitar. O vomito só deve ser preocupante se a criança iniciar um quadro de vomitos frequentes. O principal é acalmar a situação, observar a criança. Podemos colocar gelo no local da batida e a seguir, pomada de arnica. Isso ajuda a não ficar muito inflamado o local. Se após algum tempo a criança ficar bem, nada mais a fazer.
procurar auxílio médico se após a batida:

-houver alteração do comportamento normal da criança
-iniciar quadro de vomitos frequentes
-choro ou irritabilidade constante

obs: ficar mais atento no caso de a criança ter menos de um ano, por ser eventualmente mais difícil perceber variações de comportamento.

Em caso de quedas e batidas na cabeça, fiquem atentos a algumas coisas: se a criança desmaiar ou apresentar uma alteração importante no comportamento ela deverá ser levada ao hospital. Isso costuma ser raro, e o mais frequente é a criança ficar assustada (pois os pais ficam bastante) e chorar, e eventualmente vomitar. O vomito só deve ser preocupante se a criança iniciar um quadro de vomitos frequentes. O principal é acalmar a situação, observar a criança. Podemos colocar gelo no local da batida e a seguir, pomada de arnica. Isso ajuda a não ficar muito inflamado o local. Se após algum tempo a criança ficar bem, nada mais a fazer.
procurar auxílio médico se após a batida:

-houver alteração do comportamento normal da criança
-iniciar quadro de vomitos frequentes
-choro ou irritabilidade constante

obs: ficar mais atento no caso de a criança ter menos de um ano, por ser eventualmente mais difícil perceber variações de comportamento.

Mais dicas no site: www.drspalter.com.br

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       O Método Gerar homenageia todas as mamães….

Esgueça a casca de banana … novo produto da Aché para ser usado no mamilo durante a amamentaçao, diminui as fissuras.

Millar® é um produto elaborado pelo Aché Laboratórios Farmacêuticos com o objetivo de proteger a mama no período de pré-amamentação (pré-natal) e, especialmente, durante a amamentação.

A amamentação

A amamentação é um evento especial na vida da mulher e da criança, e de fundamental importância para o saudável crescimento e desenvolvimento do bebê, além de proporcionar benefícios para saúde física e bem-estar maternos.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde recomendam o aleitamento materno exclusivo por seis meses e complementado até os dois anos de idade ou mais. Entretanto, frequentemente esse tempo de aleitamento materno é difícil de ser alcançado.

Algumas intercorrências podem influenciar negativamente a lactação e, se não houver uma pronta intervenção, tornam-se motivos para o desmame precoce. Entre esses fatores, a fissura mamária é uma das lesões mais frequentes observadas nas mães no início do processo de amamentação. Caracterizada pela ardência, dor e até sangramentos nas mamas durante o aleitamento, a fissura também é uma das principais causas de desmame antecipado.

O Millar®

Para melhorar a condição dos mamilos, promovendo hidratação e emoliência no período da amamentação, o Aché Laboratórios Farmacêuticos lançou o Millar®, produto à base de lanolina anidra pura, que apresenta propriedades comprovadas de hidratação e emoliência.

A lanolina é um produto natural obtido a partir da cera da lã bruta de carneiro, com propriedades emolientes, dispersantes, aderentes e plasticizantes. Quando aplicada no mamilo, após danos causados pela amamentação, gera uma barreira hidratante semi-oclusiva, que evita a desidratação da pele danificada, permitindo que as células epiteliais migrem para o reparo da lesão. Desse modo, evita-se a formação de crosta ressecada que impede a migração celular, acelerando o processo cicatricial. Além disso, ao redor do tecido danificado, mantém a pele hidratada, protegendo-a de futuros danos e fortalecendo o estrato córneo em sua reestruturação para normalidade.

Como propriedades características, o Millar® apresenta: hidratação sustentada e duradoura, auxílio no restabelecimento das funções de barreira da pele, hipoalergenicidade, absorção de água, ação de penetração profunda, auxílio na reepitelização e reparação da derme.

http://millarhidrata.com.br/millar


Texto extraído do Jornal Estadão online

Em quatorze estados, menos de 50% das grávidas já se vacinou contra a influenza A (H1N1) – gripe suína. De acordo com levantamento do Ministério da Saúde, 1,5 milhão de gestantes procuraram os postos de saúde em todo o país, contra 6,3 milhões de doentes crônicos e 8,6 milhões de jovens de 20 a 29 anos de idade.

Wilton Junior/AE
Wilton Junior/AE
linkA Região Nordeste é a que registra o menor porcentual de vacinação de grávidas, 46,6%. O maior ficou com a Região Sul, 60,5%.O estado com a maior cobertura vacinal de gestantes é Goiás, com 73,2%. Já o menor índice foi registrado em Roraima, 30,7%.

As grávidas estão entre as principais vítimas da doença e, por isso, integram os grupos prioritários de vacinação. Das 50 mortes registradas em 2010, 32% foram de gestantes – uma em cada três. No ano passado, foram 189 mortes – mortalidade 50% superior em comparação à população geral.

O Ministério da Saúde alerta que não há contraindicação da vacina às grávidas. Elas podem se imunizar em qualquer período da gestação. A mulher que ficar grávida após a etapa de vacinação pode procurar o posto de saúde a qualquer tempo. Apenas os alérgicos a ovo, não devem tomar a vacina.

A baixa procura, por grávidas, da vacina contra a influenza A (H1N1) (gripe suína) pode ser explicada pela falta de confiança dos médicos obstetras no produto. A opinião é de Rosana Ritchmann, médica infectologista do Hospital Emílio Ribas, em São Paulo.

“Ainda há certa resistência não só da paciente. A gestante vai se reportar ao médico de confiança dela. E se ele também estiver inseguro com relação à vacinação, seguramente ela (a gestante) não vai procurar os postos para se vacinar”, afirmou Rosana.

Segundo o Ministério da Saúde, desde o dia 22 de março até a manhã de quarta-feira, 14, 51,1% de grávidas tinham procurado os postos de vacinação. O número preocupa o ministério, já que as grávidas são um dos grupos mais vulneráveis à doença: uma em cada três mortes ocorridas neste ano no Brasil está relacionada às gestantes. No ano passado, dos 2.051 óbitos registrados em decorrência da doença, 189 foram de grávidas. Só no ano passado, no Hospital Emílio Ribas, onde Rosana trabalha, uma em cada dez gestantes morreu por causa da gripe H1N1.

“É muita coisa em termos de risco de morte para a gestante, e tudo o que a gente já conhece de vacina de influenza por outra cepas, não pelo H1N1, nos dá total segurança de indicar a vacina em qualquer período da gestação”, alertou Rosana.

Segundo ela, a gripe H1N1 ainda não é totalmente conhecida e é impossível determinar, por exemplo, se uma nova onda da doença poderia ocorrer ainda este ano. Mas estar vacinado contra a gripe é uma garantia de prevenção. “Se você se protegeu este ano e vai tomar no ano que vem, você terá um título de anticorpos, uma quantidade de proteção melhor ainda. O fato de, neste ano, vir ou não a segunda onda da doença não quer dizer que o pessoal tenha que eventualmente se arrepender de ter se vacinado. Muito pelo contrário. Você estará protegido”, afirmou.

A médica ressaltou que textos que são reproduzidos na internet e que induzem a população a não se vacinar não devem ser levados em conta. “Não conseguimos entender porque pessoas vão abrir mão de uma prevenção, que é segura, versus um possível tratamento em que a gente coloca várias interrogações. Tínhamos Tamiflu no ano passado? Tínhamos. Morreu muita gente? Morreu. Teve muito caso que foi tratado adequadamente e perdemos o paciente. Com crianças, não sabíamos a dose adequada. E o mundo não sabe porque é uma coisa muito nova. Mas a prevenção é a melhor medida”.

Até o dia 23 de abril, os postos receberão as gestantes, os doentes crônicos, as crianças de 6 meses a menos de 2 anos e jovens de 20 a 29 anos para se vacinar contra a gripe.

http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,falta-de-confianca-em-vacina-pode-explicar-baixa-adesao-de-gravidas,540224,0.htm

http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,menos-de-50-das-gravidas-de-14-estados-se-vacinaram-contra-gripe,538630,0.htm

Dra Valeria Santos de Almeida

Sabemos que a pratica de exercícios físicos durante a gestação promove um aumento no gasto calórico fazendo com que as gestantes ganhem menos peso, ou melhor, menos gordura. Além disso, sabemos que o exercício promove menor retenção de liquidos indesejáveis (edema) entre outros benefícios.
Estes exercícios realizados de maneira adequada não prejudicam o peso do bebê ao nascer, que deve ser de aproximadamente 3 quilos. No entanto, exercícios extenuantes podem levar a nascimento de bebês abaixo deste peso. Sabe-se que bebês com baixo peso (menos que 2,5Kg) ou peso inadequado (menos que 3 kg) têm maior risco de desenvolver doenças metabólicas e cardiorrespiratórias.
Mas o que a pesquisa abaixo publicada na Folha de São Paulo dia 05/04/2010 têm relação com a gordura corporal do bebê e o exercício físico realizado durante a gestação.

Exercícios na gravidez geram bebês mais magros, diz estudo
da BBC Brasil

Grávidas que praticam exercícios leves durante a gestação podem melhorar a saúde futura da criança ao gerar bebês menos gordos, segundo um estudo realizado conjuntamente por médicos americanos e neozelandeses e divulgado na edição de março da publicação científica “Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism”.

Os pesquisadores das universidades de Auckland e do norte do Arizona analisaram 84 mulheres que passavam por suas primeiras gestações.

Eles pediram para que metade delas se exercitasse semanalmente por 40 minutos em bicicletas, até a 36ª semana de gravidez.

Em média, as mulheres que se exercitaram geraram crianças um pouco mais leves do as de mães que não se exercitaram.

Chances maiores

Os pesquisadores disseram que o exercício não influenciou no tamanho dos bebês, apenas reduziu sua quantidade de gordura.

A prática também não interferiu na reação das mães ao hormônio insulina, um mecanismo necessário na gravidez para assegurar que o feto seja alimentado adequadamente.

“Levando em conta que um peso maior ao nascimento é associado com maior risco de obesidade, uma redução modesta no peso do recém-nascido pode trazer benefícios a longo prazo para a saúde da criança”, disse Paul Hofman, médico que liderou a pesquisa.

O estudo se soma a evidências cada vez maiores de que o metabolismo de uma criaça no futuro é influenciado pelo seu ambiente na placenta e que bebês mais pesados em relação à sua altura têm chances maiores de tornarem-se obesos.

Muitos médicos recomendam que as grávidas não se alimentem em demasia e pratiquem exercícios leves regularmente.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u716433.shtml

Caminhada pela saúde ocupa Avenida Paulista

Evento encerra Semana da Atividade Física.
Caminhada foi organizada pela Secretaria de Estado da Saúde.

Do G1, em São Paulo

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Foto: Alessandro Shinoda/Futura Press

Na manhã deste domingo (11), uma caminhada pela saúde e combate ao sedentarismo ocupou a região da Avenida Paulista, na capital paulista. Promovida pela Secretaria de Estado da Saúde, por intermédio do programa estadual Agita São Paulo, que existe há 14 anos no estado e foi adotado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como modelo de prevenção e promoção da saúde. O evento faz parte da Semana da Atividade Física, que terminou neste domingo. Policiais militares que faziam o patrulhamento da caminhada informaram à TV Globo que 10 mil pessoas participaram do ato. A sala de imprensa da PM, porém, não tinha uma estimativa de público até as 13h30 deste domingo. (Foto: Alessandro Shinoda/Futura Press ).

http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1565294-5605,00-CAMINHADA+PELA+SAUDE+OCUPA+AVENIDA+PAULISTA.html

Dr Sergio Spalter – pediatra

Vários motivos podem fazer a criança ter evacuações mais frequentes e líquidas. Infecção intestinal, ter comido algo estragado, ou até quadros febris podem aumentar a frequência das evacuações. No geral isso tem um efeito benéfico de limpeza. Nessas situações a mucosa intestinal fica muito sensível ( a mucosa intestinal normalmente se refaz em uma semana!). E é por esse motivo que devemos fazer uma dieta mais leve, sem laticíneos, sem leguminosas, sem carne vermelha. A capacidade de absorção desses alimentos está diminuída e eles serão eliminados com as fezes, piorando o quadro de diarréia. Mesmo quando a criança se recupera, demora mais 2 ou 3 dias para a mucosa se recuperar por completo e a dieta deve ser mantida.Se a diarréia prolongar muito alguns exames podem ser pedidos.

Dieta:líquidos: água de coco, limonada, suco de maça, suco de pêra, chá de camomila e erva-doce, gatorate(não muito pois pode desbalancear os sais minerais!).comidas: arroz branco, purê de batata ou mandioquinha, ou cenoura, frango, macarrão sem molho. Maça e pêra. Pode bolachas salgadas e de maizena.

Conheça outras dicas do Dr Spalter:http://drsergiospalter.blogspot.com/

Matéria publicada na Revista Isto é teve apoio da Dra Valeria Santos de Almeida.

MEDICINA & BEM-ESTAR

|  N° Edição:  2109 |  09.Abr – 21:00 |  Atualizado em 12.Abr.10 – 12:29

A vida, apesar da dor

Novas técnicas ajudam portadores de dor nas costas a voltar a se movimentar e a retomar suas atividades diárias

Cilene Pereira

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Os portadores de dor nas costas acostumaram-se a ouvir que o remédio para acabar com o sofrimento era ficar imóvel, de preferência deitado na cama. Pouco a pouco, a ciência descobre que o melhor é fazer exatamente o contrário: movimentar-se. E quanto mais, e mais corretamente, melhor. Com o devido cuidado, andar ou sentar-se, por exemplo, ajuda o organismo a combater a dor. Além disso, sair da cama ou do sofá contribui para melhorar o ânimo e afastar a depressão, doença que pode se instalar caso o paciente permaneça muito tempo sem nenhuma atividade.

O grande problema é convencer o paciente a se mover, mesmo com dor. Como superar o medo de sentir um sofrimento muito grande ou de travar em alguma posição que o prejudique ainda mais? A resposta está sendo fornecida por alguns métodos que, cada um a sua maneira, ajudam o paciente a superar esse obstáculo.

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ESTUDO
Reeves pesquisa como músculos e ossos estão ligados à coluna dorsal

Alguns deles tiveram sua eficácia referendada por estudos divulgados nas últimas semanas. O primeiro é a terapia cognitivo-comportamental. Trata-se de um recurso largamente usado na medicina no tratamento de patologias que vão da insônia à fobia. Seu objetivo é fazer o paciente modificar o modo como encara sua doença e criar estratégias práticas que o auxiliem, por exemplo, a evitar os gatilhos que desencadeiam crises. No caso da dor nas costas, seu uso é mais recente. “Sua finalidade é intervir diretamente nos pensamentos e no comportamento do indivíduo diante da dor”, explicou à ISTOÉ a terapeuta Zara Hansen, da Universidade de Warwick, na Inglaterra. “Por exemplo, se uma pessoa tem dor persistente, ela  provavelmente pensará que deve evitar qualquer coisa que traga dor e que a machuque ainda mais. Ficará menos ativa ainda. A questão é que seus músculos também ficarão mais fracos e darão menos sustentação às costas, piorando a condição.” Em uma situação como essa, a terapia alerta o paciente para o fato de que pode cair em um ciclo vicioso e que o ideal é se mover, gradualmente, para combater a fraqueza muscular que pode advir do repouso.

A pesquisadora inglesa testou o poder da terapia em um estudo realizado com 600 pessoas. Durante um ano, 400 participantes submeteramse a sessões da técnica e 200 seguiram o tratamento convencional, baseado em remédios e exercícios. Ao final, verificou-se que o primeiro grupo apresentou maior atividade física e social e menos queixas de dor do que o segundo.

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TREINO
A fotógrafa Sandra aprendeu o modo certo de se agachar quando está trabalhando

Na Suécia, cientistas da Universidade de Gotemburgo trabalham com outra estratégia, mas que também objetiva ensinar o paciente a superar ou a conviver com a dor sem se afastar de sua rotina. O método foi batizado de aprendizado motor-sensorial e congrega três técnicas de terapias focadas no desenvolvimento de maior consciência corporal e postura correta. “As pessoas que têm dor há muito tempo acabam limitando seus movimentos ou incidindo em erros de postura que só agravam o desconforto”, disse à ISTOÉ a fisioterapeuta Christina Schom-Ohlsson. “Nós os ajudamos a identificar e corrigir esses erros.” Ao término de um trabalho feito com 40 indivíduos, Christina constatou que aqueles que fizeram o treinamento ganharam muito mais confiança em sua própria capacidade de lidar com a dor em meio ao cotidiano, sem se ausentar de atividades rotineiras.

Intervenções no ambiente de casa e do trabalho são outras ferramentas que ganham destaque. Em uma pesquisa realizada com 134 pacientes, cientistas holandeses e canadenses observaram que os que tiveram itens como móveis ou prateleiras modificados após uma crise conseguiram voltar ao trabalho em média 88 dias depois. Aqueles que mantiveram as estruturas sem alterações demoraram em média 208 dias.

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No Brasil, a professora de educação física Valéria Santos de Almeida, de São Paulo, trabalha na mesma linha. Ela faz um diagnóstico do que está errado no trabalho ou em casa, sugere mudanças e também orienta sobre posturas corretas, em especial aquelas específicas para cada circunstância. A fotógrafa Sandra Bordin, 48 anos, de São Paulo, passou por essa espécie de reeducação. Por conta da profissão – além de ter carregado por muito tempo equipamentos pesados, ela é obrigada a agachar-se muitas vezes, por exemplo –, ela era castigada pela dor. Agora, aprendeu a postura certa para trabalhar. “Sei que não devo curvar as costas quando me abaixo”, diz ela, citando uma das recomendações que segue à risca.

Na Academia Patrícia Lacombe, em Campinas, as especialistas usam a ginástica holística. Composta por mais de 800 movimentos, a modalidade auxilia o doente a identificar o que está errado na sua postura e aprender como se corrigir. “A ginástica holística trata as pessoas na sua globalidade”, explica a fisioterapeuta Sandra de Farias. “Sendo assim, podemos fazer movimentos com o pé e obtermos resultado na coluna. E a técnica permite ao indivíduo fazer os movimentos dentro de suas possibilidades.”

Opções como essas são resultado de um novo entendimento da dor nas costas, que analisa o problema dentro de uma esfera mais ampla e leva em consideração a interação entre músculos, ossos e também como a mente reage ao desconforto. Na Universidade de Michigan (EUA), o professor Peter Reeves segue esse modelo de estudo. “Esse método de pesquisa e de geração de conhecimento fornece um retrato coerente de todo o  sistema que envolve as costas e suas estruturas”, disse à ISTOÉ. “Nosso objetivo é que ele contribua para melhorar os diagnósticos e os tratamentos.”

http://www.istoe.com.br/reportagens/64000_A+VIDA+APESAR+DA+DOR

Assista a opinião do Dr José Bento

http://www.youtube.com/watch?v=vuGR0UmAzjw