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Dra Valeria Santos de Almeida

        Segundo a Organização Mundial da Saúde

(OMS) as gestantes são mais vulneráveis às gripes, tanto a

comum quanto à gripe H1N1, ou suína como ficou

conhecida. Um dos possíveis fatores é a redução da

imunidade entre essas mulheres, além da diminuição da

capacidade pulmonar, nos três últimos meses de

gestação. Segundo O Centro de Prevenção e Controle de

Doenças (CDC) as gestantes que morreram no ano passado com a gripe suína eram saudáveis antes de se contaminarem e desenvolveram pneumonia. Por este motivo, as gestantes deverão ser imunizadas.

No entanto, mesmo com a imunização é importante que os cuidados gerais para evitar o contágio continuem:
como evitar locais fechados e grandes aglomerações e lavar bem as mãos.

Relembrando os sintomas: febre, tosse, garganta inflamada, dores pelo corpo, sensação de frio e fadiga.

A imunização contra o vírus H1N1 será de 25 de Abril à 13 de Maio.

A vacina contra a gripe suína também poderá ser encontrada em clínicas particulares.

Cuide-se!!!

A prática também favorece a saúde da criança depois do nascimento
Para as futuras mamães que ainda não se sentiram motivadas a praticar exercícios físicos, uma nova pesquisa aponta um resultado que poderá fazer pender a balança: a atividade física é a primeira intervenção estratégica para beneficiar a saúde do coração do bebê, durante e após a gravidez.

Um estudo realizado em 2008 pela Universidade de Medicina e Biociências de Kansas City, nos Estados Unidos, já havia indicado que grávidas que praticavam exercícios por pelo menos 30 minutos, três vezes por semana, tinham fetos com menor frequência cardíaca durante as últimas semanas de desenvolvimento, um sinal da saúde do coração.

Agora, a mesma equipe mostrou que mães ativas podem ter bebês com uma melhoria cardíaca que é mantida depois do nascimento.

Foram analisadas 61 grávidas, que tiveram os seus corações e do feto monitorados quatro vezes ao longo do estudo.

Os níveis de atividade aeróbica das mulheres variavam entre caminhada, corrida e algumas participantes também levantaram pesos e praticaram ioga.

O que acontece com o corpo na gravidez
Os bebês foram acompanhados até um mês de vida e, como resultado, continuaram a ter um coração mais saudável mesmo depois do nascimento.

Segundo os pesquisadores, o sistema que controla a função cardíaca melhorou com o exercício aeróbico regular, ajudando tanto na saúde das mães quanto na continuidade de uma vida saudável para os filhos depois do parto.

Alívio de dores e desconfortos
Além de fazer bem para o coração, a prática regular de atividade física ajuda a diminuir a formação de varizes, as dores nas costas e articulações e os músculos doloridos durante a gestação.

“Cerca de metade das grávidas têm dor na parte lombar da coluna – aquela mais baixa próxima ao quadril -, desconforto que pode persistir no pós-parto”, afirma o fisioterapeuta Thomas Wildeisen, especialista em cursos posturais para gestantes. Esse problema, assim como a flacidez abdominal e da pelve, pode ser minimizado com exercícios corretos.

Até a postura, que é afetada com o crescimento da barriga, pode ser melhorada.

“Fortalecendo os músculos das nádegas, costas, ombros e barriga, você mantém o corpo alinhado e reduz o desconforto associado à má postura, diminuindo até as dificuldades de respiração”, explica o especialista.

No entanto, é importante lembrar que é preciso praticar exercícios sempre com orientação médica, principalmente durante a gravidez.

FONTE:MINHAVIDA

Profa Dra Valeria Santos de Almeida

Hoje é dia Mundial da atividade física, o American of College Obstetricians and Gynecologists (ACOG) desde 2002, faz a mesma recomendação de atividade física que é feita para a população geral. Grávidas saudáveis devem realizar pelo menos 30 minutos de atividade físicas leves ou moderadas de maneira contínua ou acumulada, em pelo menos 5 vezes por semana.

Caminhar em forma de exercício, lazer ou para ir de um lugar a outro por pelo menos 10 minutos contínuos vale para contar os 30 minutos, fazer tarefas domésticas por mais de 10 minutos contínuos também, bem como subir e descer escadas, entre outras.

Não esqueça que mulheres grávidas que atendem a esta recomendação tem menos riscos de  doenças na gestação, como pré-eclâmpsia e diabetes. Mas para ter este e muito mais benefícios realize atividades físicas de maneira estruturada, ou seja, os exercícios físicos.

Para isso, o Método Gerar conta com profissionais especializados no atendimento á gestante, ou seja, PERSONAL GESTANTE. Entre em contato, não deixe para começar amanhã!!

valeria@metodogerar.com.br/novo

fone: 11 7763-9358

Este ano no Fitness Brasil em Santos estarei discutindo em 4 horas sobre a prescrição de exercícios na gestação. Vamos discutir sobre a prescrição de acordo com as alterações fisiológicas da gestante, as recomendações mais recentes e falar um pouco sobre mitos e verdades sobre os exercícios na gestação. Te vejo lá!!

Estamos lembrando que nesse próximo domingo, 3 de abril, teremos a Caminhada do Agita Mundo, em comemoração do Dia Mundial da Atividade Física, cujo tema central é Juntos por uma Vida Ativa e Feliz.

 

A concentração está marcada para as 8:30  (chegue cedo para poder pegar sua camiseta) e saída para as 9 Horas, no MASP da Av Paulista, de onde vamos até a Assembléia Legislativa no Ibirapuera. Em anexo segue pôster da Caminhada para que vc possa ajudar a disseminar essa mensagem pelas suas networks.

Conto com sua presença e leve os amigos e familiares para demonstrar nossa indignação com o sedentarismo e nosso carinho pela atividade física.

Juntos por uma Vida Ativa e Feliz !!


Por Prof Valeria Santos de Almeida

Devido as diversas modificações ocorridas na fisiologia da gestante, é necessário que o profissional de educação física que vai prescrever exercícios tenha conhecimento destas alterações. No entanto, a maioria dos Cursos de Educação Física, não atendem a esta necessidade. Pensando nisso, o Método Gerar, desde 2007 capacita estes profissionais para atuarem com este público.  Aliás, preparamos o profissional para prescrever exercícios antes, durante e após a gestação.

Os benefícios que a gestante e a mulher no pós parto adquirem são inúmeros, abaixo apenas alguns deles:

– menor incremento de peso e gordura corporal;

– menor risco de desenvolver pré-eclâmpsia e diabetes gestacional;

– diminuição dores lombares e desconfortos;

– melhora ou manutenção da aptidão física;

– diminuição de inchaços, além da melhora das variáveis psicológicas como melhora do humor, bem estar e diminuição de risco de depressão no pós parto.

Entre em contato, e receba em casa um de nossos profissionais para uma aula experimental..você não vai se arrepender. Consulte nosso preços e descontos especiais para cliente Maria Barriga.

11 7763-9358 ou valeria@metodogerar.com.br/novo

http://www.portaldeltag.com.br/blog/2010/12/09/aparelho-celular-na-gravidez-pode-afetar-comportamento-da-crianca/
460_mulher-gravida-com-celular-gravidez-gestante
  • De acordo com um estudo realizado na Dinamarca e publicado na revista Jornal de Epidemiologia e Saúde Comunitária, as mulheres que no período de gravidez usarem regularmente  um telefone celular, poderão estar colocando em risco a saúde de seus filhos e contribuindo para que eles tenham distúrbios comportamentais, principalmente se essas crianças continuarem usando esses aparelhos prematuramente (antes dos sete anos de idade).

O estudo foi realizado no período entre 1996 e 2002, com aproximadamente 100.000 mulheres e seus respectivos filhos. Os dados obtidos mostraram quemais de um terço das crianças menores de 7 anos (35%) já usavam telefone celular. 17% já haviam sido expostas ao celular antes e após o nascimento e 39% não tinham sido expostas ainda a esse tipo de tecnologia, nem antes e nem depois do nascimento.

A pesquisa levou em conta as categorias de exposição ao aparelho e foram definidas, dentre outras, de acordo com os seguintes critérios: número de chamadas por dia, a localização do dispositivo quando não estavam em uso (em uma bolsa ou no bolso da roupa) e se utilizavam, ou não, um fone de ouvido. Levaram em conta, também, outros fatores como o tempo gasto pela mãe cuidando do seu filho e etc.

Segundo os pesquisadores, a análise desse estudo mostrou, categoricamente, que as crianças expostas a celulares antes e após o nascimento tem 50% mais risco de problemas comportamentais . Para as crianças expostas apenas antes do nascimento, o risco é de 40%.

Os autores concluíram que “Embora seja prematuro interpretar esses resultadoscomo um nexo de causalidade, acreditamos que a exposição precoce aos telefones celulares pode realmente representar um grande risco a criança e que, se confirmado em estudos de maior profundidade, acarretaria um problema de saúde pública mundial , tendo em conta a ampla utilização desta tecnologia no mundo todo”

http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2011/01/31/barriga-pontuda-nao-e-sinal-de-que-o-bebe-e-menino-esclareca-esse-e-outros-mitos-da-gravidez.jhtm

MITO – O formato da barriga não tem qualquer relação com o sexo do bebê. O que determina o aspecto pontudo ou arredondado é a estrutura corporal da mãe, a posição do feto e seu tamanho em relação à parede abdominal.

Fontes: Alberto Jorge Sousa Guimarães (obstetra do Hospital e Maternidade Santa Joana) Mário Martinez (chefe da obstetrícia do Hospital e Maternidade São Luiz) e Vitória Pamplona (psicóloga do Centro de Estudos e Atendimento a Mulheres e à Infância) Getty Images

Basta a barriga aparecer ou a gestante reclamar de enjoo para para ouvir algumas explicações malucas sobre a causa de sintomas típicos da gravidez. Entre elas, a famosa teoria de que barriga pontuda é sinal de que vem menino, ou que a azia é provocada pelo crescimento do cabelo do bebê. Duas afirmações que não passam de mito, segundo especialistas ouvidos pelo UOL Ciência e Saúde.

Algumas especulações estão ligadas à cultura de determinadas regiões do país, como a ideia de que, se a gestante colocar uma flor no cabelo, a criança nascerá com uma mancha vermelha no rosto. Ou que se guardar uma chave junto aos seios ela nascerá com fenda labial. “Nada disso é verdade; nada que a mulher coloque sobre o corpo afetará o bebê”, comenta a psicóloga Vitoria Pamplona, integrante do Centro de Estudos e Atendimento a Mulheres e à Infância e uma das autoras do recém-lançado livro “Da Gravidez à Amamentação” (Integrare Editora).

Certas crendices beiram o absurdo, como achar que, se a grávida tiver um desejo incontrolável de comer jaca e não o saciar, a criança nascerá com alguma característica da fruta. Mas o alerta, por mais surrealista que seja, pode até ter utilidade, já que a vontade de comer determinado alimento na gravidez pode indicar alguma carência nutricional.

Pedir para o marido sair de madrugada para comprar uma iguaria também pode ser só uma forma de pedir atenção, o que não significa que o capricho deva ser tratado com desdém. “Eu, como médico e pai de dois filhos, aconselho a satisfazer sempre que possível os desejos alimentares das grávidas, a menos que impliquem em algum risco à saúde. Podemos aproveitar a oportunidade e atender determinados desejos como um gesto de carinho  e atenção, mesmo que isso não implique em carência nutricional”, menciona o obstetra Alberto Jorge Sousa Guimarães, do Hospital e Maternidade Santa Joana.

Outras afirmações chegam a colocar a gestante e o bebê em risco e, felizmente, já saíram de moda, como o conselho de ingerir cerveja preta para estimular o aleitamento. Especialistas garantem que a bebida não faz a mulher produzir mais leite. Além disso, o consumo de álcool em excesso pode trazer prejuízos sérios ao bebê (lembre-se que as substâncias ingeridas pela mulher são transmitidas à criança pelo leite). “A amamentação independe de alimentação específica e sim do estímulo mecânico”, esclarece o médico Mário Martinez,  chefe de obstetrícia do Hospital e Maternidade São Luiz.

Para evitar problemas, vale a pena consultar um especialista antes de seguir certos conselhos populares sobre a gravidez, por mais inocentes que pareçam.

Para Comemorar – veja esta reportagem!!!

Mulheres mais ativas consomem menos remédios do que sedentárias

“Atividade física seria qualquer movimento que o indivíduo faça que leve ao aumento do gasto energético, como uma caminhada, ir ao supermercado ou mesmo atividades domésticas”, diz pesquisador da Unifesp.

imprimir ( Clique aqui e veja o vídeo da reportagem)

A conversa no salão de beleza vira, mexe, estica, mas acaba sempre passando pela comida. As receitas depois são testadas, ao lado do salão, na cozinha da casa das irmãs Claudete e Aparecida. Hoje, tem pão italiano com patê de queijo gorgonzola, feito com creme de leite e manteiga. É apenas uma degustação, mas, a cada fatia, acrescentamos mais 54 calorias para o nosso corpinho.

Questionário indica se você está pronto para fazer atividades físicas (Clique aqui e veja se você já pode começar sua atividade física sem preocupação).

Claudete, Aparecida e a amiga Lola vão dar a habitual caminhada na praça e, sem sentir, estão queimando calorias. Em um ritmo quase de passeio, estão gastando cerca de 5 calorias por minuto. Ou seja, vão precisar andar pelo menos meia hora para dar conta daquelas fatias de pão com patê de gorgonzola. Apesar de tudo, elas sabem que a saúde e o exercício físico caminham juntos e já enfrentaram resultados difíceis nos exames médicos.

“Estava muito ruim. A parte de triglicerídeos estava alta, colesterol alto, glicemia alta. Tudo baixou, por causa dos exercícios, de fazer ginástica. Eu caminho todos os dias”, revela a dona de casa Lola Belmonte.

Lola e suas companheiras de ginástica se esforçam, se alongam, esticam seus gestos, duas vezes por semana. A primeira da classe não é só a que melhor executa os exercícios, mas a que consegue reduzir os remédios e os números do colesterol, da glicemia e da pressão alta.

“A minha pressão era 17 por 12. Agora, está controlada em 12 por 8. Eu tomo remédio, mas tomava mais e diminuiu. Antes, eu fazia controle de três em três meses. Agora, já passei para seis meses”, conta a manicure Aparecida Paes.

O professor de educação física e o pesquisador Leonardo Silva, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), estudou 271 mulheres do grupo de ginástica da Lola e concluiu: as mulheres mais ativas consomem menos medicamentos que as sedentárias. Para as doenças como hipertensão e diabetes, a redução é de 34%. “Eu tenho artrose. Se eu não fizer a ginástica constantemente como nós fazemos, eu começo a sentir dores. Então movimentando, ajuda bastante”, diz a dona de casa Corina Barton Pereira.

A dona de casa Walmira Teixeira Rodrigues conta como faz na hora de atravessar a rua, quando está correndo: “você está fazendo caminhada, e vem o carro. Você não pode parar, para não perder o pique”.

Não perder o pique significa fazer pelo menos 150 minutos de atividade física por semana. “Cumprir atividade física, traduzindo, seria qualquer movimento que o indivíduo faça que leve ele ao aumento do gasto energético como, por exemplo, a simples caminhada, o fato de ir ao supermercado, ao açougue, à farmácia ou mesmo atividades domésticas dentro do lar”, diz o pesquisador Leonardo Silva, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

O especialista explica que as atividades domésticas para terem valor de exercício físico precisam durar pelo menos 10 minutos contínuos. “Se ela começa a lavar uma louça e, com sete minutos, ela para, nós não temos evidência suficiente que esse bloquinho de sete minutos pode ter um impacto significativo. Mas, se ele é no mínimo de 10 minutos, isso já se tem evidência que funciona”, aponta.

DÉBORA MISMETTI –

http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/839593-maes-colocam-bebes-de-dieta-medicos-fazem-objecao-a-pratica.shtml

Elogiar as dobrinhas daquela criança fofa pode não ser mais adequado. Mães preocupadas demais com obesidade estão regulando a alimentação dos filhos, isto é, colocando bebês de dieta.

O fenômeno é raro, mas está crescendo, de acordo com especialistas. “Já peguei mãe suprimindo totalmente os carboidratos da dieta, o que é um erro. Não pode tirar uma fonte energética, usada no crescimento”, diz a pediatra Cristiane Kochi, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.

Mães obesas que levam filhos ao consultório com problemas de crescimento vêm chamando a atenção de Zuleika Halpern, especialista em obesidade infantil e membro da Abeso (entidade para estudo da obesidade).

“Verificamos que elas oferecem alimentos inadequados, como leite desnatado, e em pouca quantidade, por medo de as crianças serem obesas também.”

Halpern afirma que, em um dos casos, quem “entregou” o problema foi a avó da criança, já que a mãe não admitia que tinha essa conduta.

“É mais comum que as mães obcecadas com seu próprio peso “torturem” seus bebês na alimentação”, diz a médica. Segundo ela, meninas são as maiores vítimas.

TURMA “LIGHT”

Há dois perfis de pais que submetem os bebês a dietas por conta própria, diz o pediatra Mauro Fisberg, especialista em nutrição infantil.

O primeiro é o pai obeso que sofre de culpa e teme que o filho seja gordo também. O segundo é o ortoréxico (com mania de alimentação saudável), que veta carne e doces em favor de produtos light ou naturais. “Fazem da criança um laboratório”, diz o médico, que já viu o problema em bebês de oito meses.

Essas restrições podem levar a deficiência de ferro, por falta de carne, desequilíbrio hormonal, por falta de gorduras, e a baixo crescimento, hipoglicemia e alterações no metabolismo, por falta de carboidratos.

A paranoia dos pais tem uma base real. A obesidade infantil está crescendo no mundo todo, Brasil incluído. Dados do IBGE mostram que um terço das crianças de até cinco anos está acima do peso. Essa proporção triplicou desde a década de 70.

Editoria de Arte/Folhapress

MACACÃOZINHO

Nos EUA, onde o problema é mais grave, a obesidade de berço já virou até tema para programa de humor.

O “Saturday Night Live” (que passa aqui no canal Sony da TV por assinatura) fez uma paródia de comercial, na qual o produto era um macacãozinho elástico, para deixar bebês mais esbeltos (tinyurl.com/2bz2jhe).

Fisberg conta que, há alguns anos, o termo “obesidade” deixou de ser usado para bebês nas recomendações mundiais de crescimento infantil. Recentemente, a Organização Mundial de Saúde voltou a incorporar a categoria, dada a gravidade.

Isso não significa que o bebê deva ser colocado de dieta, como se fosse um adulto.

“Se eu tenho uma criança que come compulsivamente, posso limitar o volume de alimento, mas preciso saber o motivo. Mães ansiosas tendem a colocar a criança para mamar no peito com muita frequência.” Esse comportamento leva a criança a ignorar os sinais do próprio corpo de que ela está satisfeita.

“O que a gente indica é uma dieta saudável. Damos orientações sobre a quantidade certa, o tipo de preparo e fazemos trocas de alimentos”, afirma Cristiane Kochi.